Thiago Amud

O ofício de compor música e letra desdobra-se, em Thiago Amud, nos ofícios de arranjar, tocar violão e cantar.

O cinema que o sol não apaga de 2018 – primeiro trabalho de Amud na Rocinante – é seu terceiro disco solo, e foi precedido por Sacradança de 2010 e De ponta a ponta tudo é praia-palma de 2013. Esse último foi considerado um dos 10 melhores discos de 2013 pelo jornal O Globo.

Entre seus parceiros estão Guinga, Francis Hime e Sérgio Assad. No rol dos intérpretes que o gravaram em disco estão Milton Nascimento, Ana Carolina e Sérgio Mendes.

Idealizou o Coletivo Chama, grupo de compositores que apresentou ciclos de shows em várias cidades do Brasil e em Nova Iorque. No Coletivo assinou, a quatro mãos com Ivo Senra, os arranjos do disco Todo Mundo é Bom e do concerto Coletivo Chama canta Mário de Andrade, encomendado pela Funarte para a XXI Bienal de Música Contemporânea de 2015.

Em 2016 venceu o Prêmio Profissionais da Música na categoria Melhor Autor.

Vale também destacar suas atuações como arranjador e/ou diretor musical no disco Mundo Afora: Meada de Ilessi e no show Iara Ira de Duda Brack, Juliana Linhares e Julia Vargas.

Sobre ele, Caetano Veloso escreveu: “Thiago Amud escreve letras incrivelmente bonitas e melodias desconcertantes amparadas por orquestrações complexas e bem-compostas, escritas por ele mesmo (modernas, inteiradas do que tem acontecido com a música, mas principalmente sentidas fundo e muito pessoais).”

E Guinga afirmou: “Eu me comprometo a assinar quantas vezes for preciso que Thiago Amud é um verdadeiro gênio da música brasileira.”